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ASSOCIAÇÃO CULTURAL E ESPORTIVA JORGE AMADO

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

*Copa Interbairros de Ilhéus tem grupos definidos para início no dia 14 de março*




_17 equipes participam da competição que deve movimentar o futebol amador da cidade_


A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer, realizou o sorteio dos grupos da Copa Interbairros de Ilhéus, que terá início no dia 14 de março. A competição conta com o apoio da Câmara Municipal de Ilhéus, da Liga Ilheense de Futebol, da Federação Bahiana de Futebol, do vereador Márcio Bodão e das empresas Vida em Equilíbrio e Sublime.


Ao todo, 17 equipes participarão do torneio, divididas em quatro grupos. No Grupo A estão Iguape, Esperança, Novo Ilhéus, São Miguel e Morada do Porto. O Grupo B é formado por Basílio, Ilhéus II, Banco da Vitória e Tapera. Já o Grupo C reúne Teotônio Vilela, Hernani Sá, Malhado e Barra. No Grupo D disputam Princesa Isabel, Nossa Senhora da Vitória, Conquista e Nelson Costa.


Na primeira fase, as equipes se enfrentam dentro de cada grupo. Os dois primeiros de cada chave se classificam para as oitavas de final. Os vencedores se classificam para as quartas, semifinais, até a grande final, no dia 28 de junho, data do aniversário da cidade. Todas as partidas serão realizadas no Estádio Mário Pessoa.


A Prefeitura garantirá inscrição e arbitragem gratuitas para as equipes participantes. Ao final da competição, a campeã receberá R$ 5 mil, a vice-campeã R$ 3 mil e a terceira colocada R$ 2 mil, além de troféus e medalhas.


O prefeito Valderico Junior destacou a importância do torneio para o fortalecimento do esporte local. “Investir no futebol amador é investir na juventude, na inclusão social e no fortalecimento dos nossos bairros. A Copa Interbairros valoriza os talentos da cidade e promove integração entre as comunidades”, afirmou.


A gestão municipal reforça que a competição integra o calendário esportivo do município e reafirma o compromisso de incentivar o esporte como ferramenta de desenvolvimento social.


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Decisão estratégica: ACE Jorge Amado mira fortalecimento do projeto Não disputará a Copa Inter vale

 


O presidente da ACE Jorge Amado, Rogério Oliveira, veio a público esclarecer à torcida, atletas, apoiadores e amigos do futebol que, infelizmente, não será possível disputar a Copa Intervale 2026.

A decisão foi tomada com responsabilidade e pés no chão. Sabemos da grandeza da Copa Intervale e da importância que a competição tem para o futebol regional, mas neste momento a diretoria optou por priorizar a organização interna, o fortalecimento do projeto e a estabilidade necessária para dar passos ainda maiores no futuro.


“Nem sempre conseguimos dar o passo que queremos no tempo que desejamos, mas isso não significa desistir. Vamos trabalhar ainda mais forte para tentar novamente no próximo ano”, destacou Rogério Oliveira.

Agora, o foco total da ACE Jorge Amado será nas competições amadoras da cidade, valorizando nossos atletas, fortalecendo o trabalho de base e representando com orgulho a nossa comunidade dentro de campo. Cada campeonato disputado será mais uma oportunidade de crescimento, aprendizado e afirmação do nosso projeto.

A diretoria reafirma o compromisso com a transparência, a seriedade e o desenvolvimento do futebol local. Seguimos firmes, unidos e confiantes de que dias ainda maiores virão.

ACE Jorge Amado – Trabalho, luta e compromisso com o futebol.


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Carência afetiva está te fazendo se apegar a quem não te ama?

 


Em algum momento da vida, quase todo mundo já se viu insistindo em uma relação desequilibrada, onde o amor não era recíproco. Muitas vezes, esse comportamento não está ligado ao sentimento pelo outro, mas sim à carência afetiva, um vazio interno que tenta ser preenchido a qualquer custo. A questão é: você realmente ama essa pessoa ou está apenas com medo de ficar só?

A carência afetiva é mais do que um desejo de estar com alguém — é uma necessidade emocional que pode cegar. Quando ela domina, você começa a aceitar migalhas de atenção, confunde presença com amor, e acredita que qualquer relação, mesmo desequilibrada, é melhor do que nenhuma. E é justamente aí que mora o perigo.

O apego nasce da falta, não do amor

Quando estamos carentes, o foco se desloca do que sentimos para o que precisamos. A lógica passa a ser: "Ele(a) me dá um pouco de atenção, então já é suficiente." O medo da solidão grita mais alto que o amor-próprio. Começamos a idealizar o outro, a justificar atitudes frias ou até mesmo abusivas, acreditando que “uma hora ele(a) vai mudar”. A realidade, porém, é que muitas vezes estamos apenas nos agarrando a alguém que não sente o mesmo — e pior, que pode estar ciente disso, mas se aproveita da nossa fragilidade.

Amor não é dependência emocional

Há uma linha tênue entre amar alguém e depender emocionalmente dessa pessoa. Quando estamos emocionalmente dependentes, colocamos o outro no centro da nossa vida. O humor muda de acordo com a resposta da outra pessoa, e a autoestima fica totalmente atrelada à aprovação ou rejeição dela. Em vez de amor saudável, vivemos um ciclo de ansiedade, insegurança e expectativa constante.

Esse tipo de vínculo, criado pela carência, tende a ser mais doloroso do que prazeroso. Porque ele é instável. Você nunca sabe onde pisa, e isso corrói a sua paz. É como tentar caminhar em terreno movediço: quanto mais você se esforça para manter aquilo de pé, mais afunda.

Por que você se apega a quem não te ama?

Existem várias razões psicológicas e emocionais por trás desse comportamento. Pode estar ligado à sua infância, à forma como você aprendeu a receber (ou não) afeto. Pode ser resultado de relações anteriores que te deixaram feridas abertas, que nunca foram tratadas. Ou pode ser um reflexo da baixa autoestima, onde você acredita que merece pouco e, por isso, aceita qualquer coisa.

A verdade é que, quanto mais vazio você estiver por dentro, mais fácil será preencher esse espaço com ilusões. E esse preenchimento é temporário. No fim, a dor de perceber que você está sozinho dentro de uma relação é maior do que estar só de fato.

Como quebrar esse ciclo?

O primeiro passo é reconhecer o padrão. Perceber que você está preso a alguém que não corresponde aos seus sentimentos e que isso não é amor, é apego. Depois, vem a parte mais difícil: acolher sua carência sem usá-la como desculpa para continuar onde não é valorizado.

A carência não é um problema em si. Todos nós temos momentos de vulnerabilidade emocional. O problema é o que fazemos com ela. Buscar ajuda profissional, como terapia, pode ser essencial para entender as raízes desse vazio e aprender a se preencher de dentro para fora. Trabalhar a autoestima, cultivar o amor-próprio e estabelecer limites são práticas fundamentais para sair desse ciclo.

Escolher você deve ser o seu ponto de partida

Amor saudável começa quando você escolhe a si mesmo. Quando você entende que não precisa aceitar menos do que merece para se sentir amado com  sugar baby. Que solidão, por mais dolorosa que pareça, é melhor do que a companhia de quem não te respeita, não te escolhe e não te ama de verdade.

A carência afetiva pode ser um convite ao autoconhecimento. Em vez de correr para os braços errados, pare. Olhe para dentro. Escute o que você está tentando calar com relacionamentos que só te machucam. É ali, no silêncio do auto acolhedor, que você começa a se libertar.

Você não precisa de alguém para se sentir inteiro. Precisa de coragem para encarar o vazio, trabalhar nele e se reconstruir. Quando isso acontece, você para de correr atrás de quem não te ama — e começa a atrair quem te vê como prioridade.


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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Você está tentando salvar um amor ou uma ilusão?



Nem todo sentimento que nos move é amor. Às vezes, o que chamamos de amor é apenas o reflexo de um apego, de uma esperança frustrada ou da dificuldade de aceitar o fim. Há momentos em que nos vemos lutando com todas as forças para salvar uma relação, mas no fundo, estamos tentando manter viva uma ilusão. E é aí que mora o perigo: insistir demais em algo que já se desfez pode nos afastar da nossa própria essência.

Relacionamentos saudáveis exigem esforço mútuo, entrega equilibrada e conexão real. Quando esses elementos deixam de existir e a relação passa a depender apenas da tentativa desesperada de uma das partes, é preciso parar e refletir: você está tentando salvar um amor recíproco ou apenas segurando os cacos de uma história que não existe mais?

Muitas vezes, o que prolonga o sofrimento não é o fim em si, mas a negação dele. Alimentamos lembranças de momentos bons, ignoramos os sinais de desgaste, justificamos a ausência do outro com desculpas que nós mesmos criamos. Idealizamos a pessoa, revivemos o passado em busca de provas de que vale a pena continuar. Mas o tempo atual, aquele em que o outro já não demonstra interesse, cuidado ou presença, grita a verdade que tentamos silenciar: talvez o amor já tenha acabado — ou nem tenha existido da forma como imaginamos.

É importante diferenciar o amor verdadeiro da necessidade de aprovação, do medo da solidão ou da dependência emocional. Amor saudável fortalece, acolhe, respeita e cresce com o tempo. Ilusão, por outro lado, desgasta, frustra, sufoca e nos faz viver em um eterno estado de expectativa, onde o amanhã sempre parece promissor, mas nunca chega de fato.

Você se sente constantemente ansiosa, insegura, em dúvida sobre o que o outro sente? Sente que precisa se provar o tempo todo para merecer atenção ou carinho? Se pega justificando atitudes que te machucam? Tudo isso são sinais de que você pode estar tentando manter viva uma fantasia construída sobre promessas não cumpridas e afetos que não se confirmam na prática.

É doloroso admitir que talvez tenhamos amado sozinhos, ou que o outro só estava presente enquanto era conveniente. Porém, esse reconhecimento é também o primeiro passo para a cura. Quando abrimos os olhos para a realidade, por mais dura que ela seja, ganhamos a chance de reconstruir nossa vida com mais verdade e menos ilusão.

Você merece um amor real. Um amor que esteja, que fique, que cuide, que te valorize sem que você precise implorar por isso. Um amor que não machuca mais do que cura. Um amor que se demonstra nos detalhes do cotidiano e não apenas em promessas vazias.

Portanto, pare e olhe com sinceridade para a sua relação: o que você está tentando salvar? O amor genuíno, que tem base sólida e vontade recíproca de permanecer? Ou uma ideia romântica que só existe na sua mente e que não encontra mais espaço na realidade?

Amar também é saber a hora de soltar com sugar baby. É respeitar a si mesma ao ponto de não insistir em algo que te consome. É entender que você não perde um amor ao se afastar do que te machuca — você se reencontra. E, muitas vezes, isso é mais valioso do que qualquer relação que nos prende a uma mentira disfarçada de sentimento.

Se for amor, ele não te fará duvidar o tempo todo. Se for real, não te deixará carregando tudo sozinha. Se for verdadeiro, não será preciso lutar contra si mesma para mantê-lo vivo.

E se não for, liberte-se. Porque às vezes, salvar a si mesma é mais urgente do que salvar a relação.


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