segunda-feira, 12 de março de 2018

PSICOMUNDO <> O MILAGRE DA INDEPENDÊNCIA FÍSICA <> (Texto de Eduardo Afonso).

Observamos a salutar vida de pessoas que alcançam o milagre da independência física. Mesmo estando em qualquer deficiência que a vida lhe atribuiu de forma inesperada, indesejada, causada quem sabe, de uma falta de sorte, pois existem seres humanos que não mereciam esse destinado percurso. Surge a imensa necessidade da espécie humana de criar uma modalidade de acontecimentos bons na sua existência, buscando outro caminho. Afinal, onde há vida existem sempre novas esperanças! É nesse fundamento que verificamos os deficientes físicos transformados em agentes da confiança plena e no exemplo que busca a majestosa manifestação da fé que remove montanhas.
Na prestação de serviços e pela tecnologia assistiva, podemos verificar as diferenças entre dependência e independência, quando vemos mais ainda, muitas pessoas sem deficiências físicas nada fazer em beneficio da sociedade em que vive! Quantos atletas em diversas modalidades de esportes, profissionais liberais, administradores de empresas, em várias outras atividades, estão tendo continuidade em sua vida trabalhando e trazendo benefícios ao mundo.
Segundo a concepção atual – denominada “modelo social da deficiência”- a incapacidade não está nas pessoas, mas, sim, decorre dos obstáculos existentes nos ambientes físico e humano que as rodeiam. A família deve olhar para um deficiente com força de expressão imaginando um ser humano capaz de viver em novas oportunidades, desenvolver outras atividades e ser feliz. Existem pessoas com deficiências, tornando sua vida possível, independente, ligadas ao bom senso como verdadeiros cidadãos, dignas e lutando por um mundo melhor. Elas continuam buscando os reais objetivos, pelos quais, muita gente vive lutando. E sabemos que nessa arrancada de tantos caminhos a percorrer, a vida é um majestoso encontro, muito embora, existam vários desencontros na vida.

O que significa ter “vida independente” em uma sociedade produtiva e caracterizada, dentre outros atributos, como a “sociedade da comunicação”?  O certo na observação da necessidade pessoal da cada pessoa, não somente aos deficientes, mas também aos que pouco acredita na prosperidade da vida, manifestar a força na busca do seu próprio ideal tem alguns que acha difícil! E levar uma vida com autonomia de poder fazer escolha em todas as esferas da vida, desde a roupa que quer vestir, a comida que deseja comer até exercer seu papel de forma ampla e irrestrita, com manifestações magníficas dando suportes de qualidades da sua harmonia, tirando a individualidade nas ajudas que devem ser recíprocas e verdadeiras na sociedade em que vivemos.
O homem se mede por sua vontade de trazer benefícios pela existência das suas qualidades boas. Essa qualidade só tem significado quando é justa e humana. Porque assim, podemos idealizar que estamos vivendo num mundo que apesar de tantas agruras pela má sorte da deficiência, ainda existe a solidariedade e a caridade firme e espontânea. A maior deficiência que devemos enfrentar atribui-se hoje à covardia de usar as qualidades que residem dentro de pessoas que não vivem na prática do bem, e que deve ser gerado para todos indistintamente. Quantas ferramentas ocupacionais estão à disposição do nosso universo e tornou-se fácil se chegar às informações nos mais variados suportes, que cada vez mais se entrelaçam: jornais, rádios, televisão, Internet, redes sociais, celular e outros, quase que “exigindo” uma atualização constante, uma vigilante vontade de aprender novos termos, botões e teclas.
Se muitas pessoas imaginam a existência da má sorte da deficiência, ainda existe a solidariedade e a caridade firme e espontânea. A maior deficiência que devemos enfrentar atribui-se hoje à covardia de usar as qualidades que residem dentro de pessoas que não vivem na prática do bem, e que deve ser gerado para todos indistintamente. “Interatividade” e “conectividade” são palavras “da hora”. Estamos hoje ligados decisivamente às inúmeras conexões e dificilmente podemos ficar alheios as grandes inovações criadas por técnicas de forma geral. É a evolução do mundo, é formula mágica de se chegar com mais facilidade nas informações que necessitamos para viver melhor.
E tem homens que usam essas maravilhas para desencadear-se nos caminhos insensatos da pobreza de espírito social e humano. É preciso, portanto, saber produzir, armazenar e onde buscar o conhecimento, que cresce e se modifica a cada instante. Basta de tantos desencontros de ideias e ideais que devem se multiplicar sempre na proporção das imensas necessidades que passamos. Quantos ficam carentes de modelos para encontrar soluções onde o mundo criado por Deus seja realmente mais atrativo na busca da felicidade, e assim poder manifestar o direito de Chamá-lo de Pai.
Valorizar os deficientes físicos é fundamental, e assim, pedimos que eles continuassem a aprender a administrar esta luta na concretização de abnegados conhecimentos e convivam em paz consigo mesmo, pois não é uma tarefa fácil, como sabemos, mas também pode não ser impossível. Compartilhem na criação de mecanismos para a divulgação, estimulando suas trocas de conhecimentos. Vejam quais os conhecimentos deverão compartilhar dos que poderão os ajudar a seguir em frente dos vastos desafios.
É fundamental que a pessoa com deficiência, para exercer plenamente sua cidadania e estar inserida no mundo atual, aprenda a manejar as ferramentas computacionais adequadas à sua condição e possa navegar pela Internet. Ficou pequeno o mundo depois dessas conquistas humanas! Saiba escolher seus representantes políticos que realmente estejam voltados às suas necessidades básicas. O nosso “PAÍS” atravessa uma crise particularmente aguda de caráter! Cobrem responsabilidades ditas e colocadas pelas promessas dos políticos e governantes pelos meios de comunicações e palanques, aliadas à ânsia do poder.
Verdadeiramente todos precisam ficar alerta com os desmandos dos homens públicos e administradores oportunistas que enganam a todos com sorrisos glaciais e que trazem uma grande escalada de mal-estar. E assim, vem desordenando os anseios de muita gente desejosa que o nosso “PAÍS” seja um Universo de grandes esperanças para semear a continuidade da capacidade que chegarão para gerar enormes benefícios às novas gerações. E virão com certeza cobrando a existência da dignidade e do respeito que seus antecessores os negaram. E agora como corrigir deslizes de tempos perdidos com atividades que só deixaram desventura e pesar, em lembranças que somente que marcaram épocas de péssima, dura e ásperas recordações. PENSEM NISSO!!!
Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia

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